Capítulo 77. Assim Corre o Mundo

Henryk Sienkiewicz

Assim Corre o Mundo

falta. Léon.--Minha falta! Jadwiga.--Não carranqueie, e não feche sua boca (beseechingly). EU não lhe reprove qualquer coisa. Eu o perdoei há muito tempo, e agora eu, a mulher vertiginosa quem o mundo sempre vê alegre e rindo--eu sou realmente tão miserável que eu não tenho nenhuma esquerda de força até mesmo para ódio. Léon.--Senhora! Bastante! Eu escutei sua história--não me faça lhe conte o meu. Se você deveria ouvir isto um ainda fardo mais pesado cairia em seus ombros. Jadwiga.--Não, não. Nós poderíamos estar contentes e nós não somos. É a falta de ambos. Como terrível pensar que nós quase separamos por causa de nada--por causa de uma palavra irrefletida--e nós sempre separamos (ela cobre a face dela com as mãos dela), sem esperança. Léon.--Aquela palavra não era nada para você, mas eu ainda me lembro disto com cérebro e coração. Eu não era então o que eu sou para-dia. Eu era pobre, desconhecido,,

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