Coventry Kersey Dighton Patmore
Que céus de rumour são estes O qual não um poeta canta, O, Eros Desconhecido? Isso que esta brisa De asas súbitas Acelerando a lucros distantes de tempo de espaço interstelar Abanar minha mesma face, E ido como rápido, Por éter de delicatest que empena macio a batida solitária deles/delas, Com ne'er um dropp de plumagem claro, nem qualquer rastro Falar de de onde eles vieram, ou onde eles partem? E por que este coração palpitando, Esta alegria cega e sem conexão, Este desejo sem sentido, Isso me move goste da Criança Quem na escuridão corando aborreceu mentiras, Profecias sós inventando, O qual até mesmo para a Mãe dele moderado Ele ousa não conte; Para qual ele é infiel; O coração dele não menos em chamas Com sonhos impossível como Conto árabe mais selvagem, (Assim pensa o menino,) Com sonhos que o viram vermelho e pálido, Ainda menos impossível e selvagem Que esses que Amor tímido, no próprio modo dele e hora, Trará para florescer propriamente?
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