Capítulo 59. A Noiva Perdida

Emma Dorothy Eliza Nevitte Southworth

A Noiva Perdida

que ela pudesse esperar razoavelmente de um que teve tantos dependentes. Durante vários anos além da pequena propriedade tinha a disposto um nu subsistência. E agora este ano a seca longa tinha tostado o jardim dela e milho-campo, e as vacas dela tinham falido no rendimento deles/delas de leite para o desejo de grama. Estava em um dia seco e ardente, se aproxime o último de agosto que a Mary L'Oiseau e a filha dela se sentaram o café da manhã econômico deles/delas. E tal um café da manhã econômico! O chá mais barato, com açúcar mascavo, e um bolo de milho assado na chapa de assar, e uma pouca manteiga--isso era tudo! Foi esparramado em uma mesa pínea clara sem uma toalha de mesa. A mobília do quarto estava mantendo--um chão lixado, um tórax de gavetas, com um espelho pequeno, ornamentadas por um galho de aspargos, uma cômoda de estantes píneas ásperas à direita da lareira, e um armário na esquerda, uma meio-dúzia fatia-assentou cadeiras, um girar-roda, e um carretel e iça, completou os compromissos.

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