Emma Dorothy Eliza Nevitte Southworth
pisoteando de um potro pelo trevo que tinha a assustado. "Não seja amedrontado; não há nada que pode o ferir; você está seguro aqui." "E ele não virá?" "Quem, menina pobre?" "O Destruidor!" "Não, pobre, nenhum destruidor vem perto de nós aqui; veja como quieto e pacífico tudo está aqui!" O vagante tremeu a cabeça dela lentamente com uma astúcia, sorriso amargo que parecia mais estranho na face justa dela que a própria loucura tinha olhado, e: "Assim estava lá", ela disse, "mas o Destruidor era à mão, e o trovão de terror e destruição estourou em nosso quieto--mas eu esquecido--o espírito justo disse que eu era não pensar de que--tais pensamentos invocaria o demônio novamente", somou a criatura pobre, enquanto a alisando testa com ambas as mãos, e os arremessando largo então, como se dispersar e jogou fora lá alguma concentração dolorosa. "Mas agora entra e deita no sofá, e descansa, enquanto eu o faço um xícara de café", disse Marian.
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