Capítulo 68. Ao redor da Lua

Jules Verne

Ao redor da Lua

deveria viajar todo o tempo na escuridão. Isto teria sido obnóxio por muitas razões." "Um, por exemplo?" "Um evidente é que, entretanto no momento presente nós estamos movendo por um vazio, nosso Projétil, macerado nos raios solares, se diverte dentro a luz deles/delas e calor. Conseqüentemente grande economizando em gás, um ponto importante em nossa economia doméstica." Em efeito, os raios solares, temperou por nenhum médio cordial goste nosso atmosfera, logo começou a luzir e arder com tal intensidade que o Projétil debaixo da influência deles/delas, tinha vontade de passar de repente de inverno para verão. Entre a Lua em cima e o Sol em baixo disto era de fato inundado com raios ígneos. "A pessoa sente bem aqui", chorou o Capitão, enquanto esfregando as mãos dele. "Um pequeno muito bom", chorou Ardan. "Já está como uma quente-casa. Com um pequeno barro de jardim, eu poderia o elevar uma colheita esplêndida de ervilhas dentro vinte e quatro horas. Eu espero em céu que as paredes de nosso Projétil não vão

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