Capítulo 2. Um Vagante em Veneza

E. V. (Edward Verrall) Lucas

Um Vagante em Veneza

a realidade de faltas de Veneza para ser súbito e interessante. Veneza é assim peculiarmente ela, tão exótico e incrível, que assim longe de já estando pronto para ela, até mesmo os residentes dela, enquanto devolvendo, nunca pode ser completamente preparado.) Mas retomar--Chioggia é o fim de todas as coisas. O trem pára ao estação porque há nenhum futuro para isto; a estrada para o navio a vapor paradas no cais porque caso contrário colidiria com a água. De pé lá, olhando norte, a pessoa vê nada mais que o ainda, laguna terra-fechada com vermelho e umber e laranja-velejou barcos de pesca, e ilhas minúsculas aqui e lá. Mas só dez milhas fora, norte devido, é Veneza. E um navio a vapor deixa para várias vezes um dia o levar lá, suavemente e loiteringly, da maneira veneziana, em duas horas, com pausas a estranho pouco coloca route_ de _en. E isso é o modo para entrar Veneza, porque não só você a chega através de mar, como é certo, Veneza, somente não sendo a noiva do mar através de tradição poética mas como um

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