Capítulo 41. Um Vagante em Veneza

E. V. (Edward Verrall) Lucas

Um Vagante em Veneza

de botas. Em S. Mark é as botas fazem mais barulho que em a maioria do outros por causa da desigualdade do pavimento que aqui e lá iscas para o trote. Um dia como eu sentei em meu assento de favourite, alto para cima no galeria, por um mosaico de S. Liberale, um grande ajuntamento de francês peregrinos entraram, e, se sentando no transepto certo abaixo eu, eles se dispuseram para escutar um endereço pelo francês padre que os pastoreou. A eloqüência nasal dele ainda toca em minhas orelhas. Um pequeno tempo depois que eu chanced para estar no Pádua, e lá, na igreja de S. Anthony, eu o achei novamente, enquanto entonando retórica novamente. S. Mark nunca está vazio, mas quando a chuva cai--e em chuva de Veneza literalmente caia--está cheio. Então faça as grandes bicas plúmbeas em cima de o aguaceiro de fachada fora as inundações deles/delas, enquanto esses no pátio do O Palácio de Doges expele uma torrente até mais feroz. Mas a recuperação da cidade

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