Jean de La Fontaine
Terminar uma sopa de tartaruga. Em um tapete de Turquia Eles acharam a expansão de mesa, E seguramente eu não preciso de harpa isto Como bem os companheiros alimentaram. O entretenimento era Um verdadeiramente nobre; Mas alguma causa azarada Perturbe quando começado. Era um desprezo rato-tat, Isso pôs as alegrias deles/delas para derrotar; Fora correu o rato de cidade; Também, a corrida de convidado dele fora. Nossos ratos mas razoavelmente deixou, Os batendo medrosos cessaram. 'Devolva nós', chorou o cit, Terminar nosso banquete lá. 'Nenhum', disse o rato rústico; 'Para-amanhã janta comigo. Eu não estou ofendido a Seu banquete tão principal e livre,-- 'Porque eu não tenho nenhum tarifa se assemelhar a; Entretanto eu como sem pressa, E não trocaria, para prazer Assim misture com medo e tremendo.' [10] Horace, _Satires_, II. 6: também em Esopo. X.--O LOBO E O CORDEIRO. [11]
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