William Makepeace Thackeray
Veja como ele acena a mão dele--e como o flash de olhos azul dele! "Venha adiante, tu o cavaleiro de Paynim!"--ele grita em acentos claro. O gigante e a empregada--ambos tremor a voz dele para ouvir. São Mary o vigia bem!--ele puxa o falchion dele agudo, O gigante e o cavaleiro--está lutando no verde. Eu os vejo em meus sonhos--a lâmina dele dá golpe em golpe, As calças gigantescas e carretéis--e tombos como um carvalho! Com isso que uma graça se ruborizando--ele cai no joelho dele E leva a mão da senhora--e sussurros, "Você é grátis!" Ah! contos infantis felizes--de cavaleiro e fa�rie! Eu acordo de meus sonhos--mas há ne'er um cavaleiro para mim; Eu acordo de meus sonhos--e deseja que eu pudesse ser Uma criança pelo corredor-fogo velho--no joelho de meu enfermeira! POCAHONTAS. Braço cansado e espada quebrada Empreenda a briga desesperada em vão: O arredonde aperte uma horda incontável, Ele é mas único cavaleiro. Escute! um grito de triunfo estridente
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