Capítulo 21. Um Enquiry Relativo a Compreensão Humana

David Hume

Um Enquiry Relativo a Compreensão Humana

dependido em; mas que nós temos que corrigir a evidência deles/delas através de razão, e por considerações, derivadas da natureza do médio, a distância de o objeto, e a disposição do órgão para os fazer, dentro da esfera deles/delas, o próprio _criteria_ de verdade e falsidade. Lá é outros argumentos mais profundos contra os sensos dos quais não admitem tão fácil uma solução. 118. Parece evidente, que são levados os homens, por um instinto natural ou prepossession, repousar fé nos sensos deles/delas,; e que, sem qualquer argumentando, ou quase iguala antes do uso de razão, nós sempre supomos um universo externo que não depende de nossa percepção mas existiria, embora nós e toda criatura sensata estivessem ausentes ou aniquiladas. Até mesmo a criação animal é governada por uma igual opinião, e preserva isto convicção de objetos externos, em todos seus pensamentos, desígnios, e ações. Também parece evidente, que, quando os homens seguem esta cortina e poderoso

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