Capítulo 22. Um Enquiry Relativo a Compreensão Humana

David Hume

Um Enquiry Relativo a Compreensão Humana

instinto de natureza, eles sempre supõem as mesmas imagens, apresentadas por, os sensos, ser os objetos externos, e nunca entretém qualquer suspeita, que o um está nada mais que representações do outro. Esta mesma mesa que nós vemos branco, e o qual nós sentimos duro, é acreditado existir, independente de nossa percepção, e ser algo externo para nossa mente que percebe isto. Nossa presença dá não estando nisto: nossa ausência não aniquila isto. Preserva seu uniforme de existência e inteiro, independente da situação de seres inteligentes que perceba ou contemple. Mas esta opinião universal e primária de todos os homens é destruída logo por a filosofia mais leve que nos ensina que nada já pode ser apresente à mente mas uma imagem ou percepção, e que os sensos são só as enseadas pelas quais estas imagens são carregadas, sem ser, capaz produzir qualquer relacionamento imediato entre a mente e o objeto. A mesa que nós vemos, parece diminuir, como removemos mais longe nós

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