Capítulo 19. Anjo na Casa

Coventry Kersey Dighton Patmore

Anjo na Casa

Cruz ou usurpa meu direito divino. Vida, sem ela, era vã e total, A glória do mundo teve sido, E nos jardins do Fim Como no Saara lustrou o sol. Oprima com a graça passada dela, Meus pensamentos em conjeturas doentes alimentadas; A influência prejudicial do lugar Ela foi encher minha alma de medo. Ela, misturando lá com as pessoas,, Poderia voltar altere, depois de ter pegado O ar tolo, à moda De saber tudo, e sentindo nought. Ou, vertiginoso com o dela elogio de beleza, Ela desprezaria nossa vida rural simples, Suas noites saudáveis e dias tranqüilos. E não concederia ser minha Esposa. 'Minha Esposa', 'minha Esposa', ah, palavra de tenderest! Como oft, como medroso ela poderia ouvir, Sussurrando aquele nome de 'a Esposa', eu ouvi O repique da esfera íntima. 5 Eu passo pela casa de meu pesar. O relógio estava golpeando no corredor, E uma janela triste ainda abre, Embora os orvalhos começaram a cair. Ah, espetáculo de distância o dela extensão de beleza!

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