Coventry Kersey Dighton Patmore
E os aperta ao coração de amor; E então sussurrar 'a Esposa!' e reza Viver tão longo como não perder Aquele dia inimaginável O qual mais distante parece o mais próximo 'tis; E ainda do unfathom de alegria bem Beber, em sonhos, enquanto nas sobrancelhas dela De ineffable de inocência Floresça a rosa nupcial risonha. CANTO VI.--AS CARTAS DE AMOR. PRELÚDIOS. EU.--A PERVERSIDADE DE AMOR. Como estranho uma coisa que um amante parece Para animais que não amam! Lo onde ele caminha e conversas em sonhos, E nos desconsidera com o luva da Senhora dele; Como estrangeiro é o traje que ele usa; E como a grande devoção dele escarnece Nosso decoro pobre, e sustos O undevout com paradoxo! A alma dele, por desprezo de cuidado mundano,, E grande extremes de doçura e fel, E meditando muito em tudo aquilo é justo, Cresce engenhoso e fantástico; Ele chora a alegria dele e canta a aflição dele, E eternamente acha tal delícia
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