Henry Lawson
Eu notei tudo por que a loucura dele ou o passado na mente dele eram confundido com a realidade e o presente. "Você não pôde adiar o matrimônio?" Eu perguntei. "Não!" ele exclamou, enquanto começando aos pés dele. "Não!" e ele olhou arredonde de modo selvagem no arbusto de escurecimento. Havia loucura no tom dele aquele tempo, o último "Nenhum!" soando como se de um homem que estava implorando para a vida dele. "Não podido você corre então para cima uma choupana, viver dentro até que a casa é pronto?" Eu sugeri, o acalmar. Ele deu para o braço dele um balanço impaciente. "Você pensa que eu perguntaria para aquela menina morar em uma cabana?" ele disse. "Ela deveria morar em um palácio!" Lá não parecia nenhum modo fora disto, assim eu não disse nada: ele virou a parte de trás dele e estava de pé, enquanto examinando a escuridão fora, varredura baixo-mentirosa de arbusto para pôr-do-sol. Ele dobrou os braços dele apertado, e parecia a eu estar segurando
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