Jules Verne
"Nós estamos subindo novamente?" "Não. Pelo contrário." "Nós estamos descendo?" "Pior que que, capitão! nós estamos caindo!" "Para o suspiro de causa de Céu fora o lastre!" "Lá! o último saco está vazio!" "O balão sobe?" "Não!" "Eu ouço um barulho como o colidir de ondas. O mar está debaixo do carro! Isto não pode ser mais de 500 pés de nós!" "Ao mar com todo peso! . . . tudo!" Tal era as palavras altas e surpreendentes que ressoaram pelo ar, sobre o deserto aguado vasto do Pacífico, aproximadamente quatro horas no noite dos 23º de março, 1865. Poucos pode ter esquecido da tempestade terrível possivelmente do nordeste, em o meio do equinócio daquele ano. A tempestade se enfureceu sem intermissão dos 18º para os 26º de março. Suas devastações eram terríveis na América, Europa, e Ásia, cobrindo uma distância de dezoito cem milhas, e estendendo obliquamente ao equador do trinta-quinto norte compare ao quadragésimo sul paralelo. Foram subvertidas cidades, florestas
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