Capítulo 13. Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

Henryk Sienkiewicz

Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

Egito, da Itália, de gaulês de Narbonic. Na multidão de escravos, com orelhas perfuradas, também não estava necessitado freemen,--uma população inativa que Cæsar divertiu, apoiou, até mesmo clothed,--e visitas grátis quem a facilidade de vida e os prospectos de fortuna para a cidade gigantesca; lá era nenhuma falta de pessoas venais. Havia padres de Serapis, com palma, filiais nas mãos deles/delas; padres de Isis, para de quem altar mais oferecimentos foi trazido que para o templo do Capitoline Jove; padres de Cybele, agüentando nas mãos deles/delas orelhas douradas de arroz,; e padres de nômade divindades; e dançarinos do Leste com cabeça-vestidos luminosos, e negociantes em amuletos, e cobra-domadores, e videntes de Chaldean; e, finalmente, pessoas sem qualquer ocupação tudo que, que solicitou grão todas as semanas nos armazéns no Tiber para que lutou para loteria-ingressos o Circo além de que passou as noites deles/delas em casas raquíticas de distritos o

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