Capítulo 46. Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

Henryk Sienkiewicz

Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

pense em amor de thy, e a menos que Petronius não seja Petronius, ele vá descubra algum método." Eles eram novamente ambos silencioso. "Eu agradeço thee", disse o Vinícius afinal. "Fortuna de maio é abundante para thee." "Seja paciente." "Onde hast tu determinado comando para nos agüentar?" "Para Chrysothemis." "Tu arte feliz a possuindo quem tu lovest." "EU? Dost tu saiba o que me diverte contudo em Chrysothemis? Isto, que ela é falso a mim com meu liberto Theokles, e pensa que eu não faço note. Uma vez eu a amei, mas agora ela me diverte com ela mentindo e estupidez. Venha comigo a ela. Se ela deveria começar a paquerar com thee, e escreve cartas na mesa com os dedos dela macerados em vinho, saiba que eu não terei ciúmes." E ele deu comando para os agüentar ambos para Chrysothemis. Mas na entrada Petronius pôs a mão dele no ombro de Vinícius, e dito,--"Espera; parece a mim que eu descobri um plano." "Todos os deuses possam recompensar thee!"

Prev Conteúdos Next