Henryk Sienkiewicz
do corredor para o eles uma segunda vez. "O testamento de Cæsar deve ser realizado", disse Aulus. "Aulus!" Pomponia exclamado, abraçando a moça com os braços dela, como se desejando a defender, "seria melhor ela morrer." Lygia, se conchegando até o peito dela, repetido, "Mãe, mãe!" incapaz em o chorando para achar outras palavras dela. Na raiva de face de Aulus e dor foi refletida novamente. "Se eu estivesse só no mundo", disse ele, tristemente, "eu não renderia o vivo dela, e meus parentes poderiam dar oferecimentos este dia para 'o Libertador de Júpiter.' Mas eu não tenha o direito para matar thee e nossa criança que podem viver para mais feliz tempos. Eu irei para Cæsar este dia, e lhe implora que mude o seu comando. Se ele me ouvirá, eu não sei. Enquanto isso, adeus, Lygia, e sabe que eu e Pomponia já abençoam o dia em qual tu didst levam thy sentam em nosso forno." Falando assim, ele colocou a mão dele na cabeça dela; mas entretanto ele se esforçou
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