Capítulo 69. Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

Henryk Sienkiewicz

Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

quase não ouvido falar dos Estóico, mas em caráter ele não era longe do deles/delas ideas,--morte era mais aceitável ao orgulho dele que desgraça. Quando ele voltou para casa, ele pacificou Pomponia, lhe deu a consolação que ele teve, e ambos começaram a esperar notícias de Vinícius. Em momentos quando foram ouvidos os passos de alguns dos escravos no átrio, eles, pensou que talvez o Vinícius estava trazendo a criança amada deles/delas a eles, e eles estavam prontos na profundidade das almas deles/delas abençoar ambos. Tempo porém, passou e nenhuma notícias veio. Só pela noite era o martelo ouvido no portão. Depois que um tempo um escravo entrou e deu para Aulus uma carta. O velho geral, entretanto ele gostou de mostrar comando em cima dele, levou isto com um um pouco mão trêmula, e começou a ler tão apressadamente quanto se fosse um pergunta da casa inteira dele. Tudo de uma vez a face dele escureceu, como se uma sombra de uma nuvem de transcurso tida

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