Capítulo 88. Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

Henryk Sienkiewicz

Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

e se desimpedindo então dos braços da moça, respondeu,--"Meu felicidade passou e minha alegria foi, mas eu não sou mau." Então ela começado a caminhar com passos rápidos pelo quarto e falar com ela, como se em desespero. "Não! E ele não era mau. Ele se pensou bom naquele momento, e ele desejou ser bom. Eu sei aquele melhor. Todos sua mudança veio depois, quando ele deixou de amar. Outros lhe fizeram o que ele é--sim, outros--e Poppæa." Aqui as pálpebras dela encheram de lágrimas. Lygia a seguiu durante algum tempo com os olhos azuis dela, e perguntou afinal,--"Arte tu arrependido para ele, Acre?" "Eu sinto muito por ele!" respondido o Grego, com uma baixa voz. E novamente ela começou a caminhar, as mãos dela reviraram como se em dor, e a face dela sem esperança. "Dost tu o ame contudo, Acte?" Lygia perguntada, timidamente. "Eu o amo." E depois que um tempo que ela somou,--"ninguém o ama menos mim."

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