Capítulo 94. Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

Henryk Sienkiewicz

Quo Vadis: uma narrativa do tempo de Nero

até mesmo quando as mulheres estavam por eles, a moça, maravilhoso como um maravilhoso sonhe, harmonioso como um trabalho de Praxiteles ou como uma canção, estado de pé alarmado, se ruborizando de modéstia, com joelhos apertados junto, com as mãos dela em o seio dela, e olhos abatidos. Afinal, elevando os braços dela com súbito movimento, ela removeu os alfinetes que seguraram o cabelo dela, e em um momento, ela se cobriu com isto como com com um tremor da cabeça dela, um manto. Acte, a chegando e tocando o tresses escuro dela, disse,-- "Oh, que cabelo tu hast! Eu não borrifarei nenhum pó dourado nisto; isto vislumbres de si mesmo em um lugar e outro com ouro aonde renuncia. EU somará, talvez, apenas um chuvisco aqui e lá; mas ligeiramente, ligeiramente, como se um raio de sol tivesse refrescado isto. Maravilhoso deva thy Lygian país é onde tais moças nascem! "Eu não me lembro disto", Lygia respondida,; "mas Ursus me falou que com nós é florestas, florestas, e florestas."

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