Capítulo 33. A Cidade Subterrânea, ou, a Criança da Caverna

Jules Verne

A Cidade Subterrânea, ou, a Criança da Caverna

isso entrou pelo cabo de Yarrow, de de onde galerias comunicadas, com outro cabo cujo orifício abriu a um nível mais alto; o ar morno naturalmente escapado por isto espécies de sifão invertido. "Eu seguirei você, meu rapaz", disse o engenheiro, enquanto assinando o jovem homem para o preceder. "Como quiser, Sr. Starr." "O tenha seu abajur?" "Sim, e eu só desejo que ainda fosse o abajur de segurança que nós antigamente tido que usar!" "Seguro bastante", James Starr devolvido, não há nenhum medo de explosões fogo-úmidas agora!" Para Harry foi proporcionado um abajur de óleo simples, o pavio de qual ele iluminado. Na mina, agora vazio de carvão, fugas de hidrogênio de carburetted claro não pôde acontecer. Como nenhuma necessidade de explosão seja temido, havia nenhum necessidade por interpor entre a chama e o ar circunvizinho aquela tela metálica que previne o gás de fogo pegador. O abajur de Davy estava inútil aqui. Mas se o perigo não existisse, era porque a causa disto tinha desaparecido, e com esta causa,

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