Capítulo 86. A Cidade Subterrânea, ou, a Criança da Caverna

Jules Verne

A Cidade Subterrânea, ou, a Criança da Caverna

Starr, Madge, Harry, e Simon Ford aceleraram para a mancha. "Sr. Starr! Sr. Starr!" gritado o overman. "Olhe! a porta está quebrado aberto!" A comparação de Ford estava justificada pelo aparecimento de uma escavação, a profundidade de qual não pôde ser calculado. Harry estava a ponto de pular pela abertura; mas o engenheiro, embora excessivamente surpreendido achar esta cavidade, o segurou. "Permita tempo pelo ar em lá se pôr puro", disse ele. "Sim! se precava do ar sujo!" dito o Simon. Um quarto de uma hora foi passado em espera ansiosa. A lanterna foi firmada então ao fim de uma vara, e introduziu na caverna onde continuou queimando com esplendor inalterado. "Agora então, Harry, vá", disse Starr, "e nós o seguiremos." A abertura feita pela dinamite era suficientemente grande permitir um homem para atravessar. Saqueie, abajur em mão, unhesitatingly entrado, e desapareceu na escuridão. O pai dele, mãe, e James Starr esperaram em silêncio.

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