Capítulo 91. A Cidade Subterrânea, ou, a Criança da Caverna

Jules Verne

A Cidade Subterrânea, ou, a Criança da Caverna

Isso era toda a chance que leva grande parte em pesquisas deste tipo. Porém isso poderia ser, havia, debaixo do subsolo escocês, o que poderia ser chamado um município subterrâneo que, ser habitável, precisado de só os raios do sol, ou, para desejo disso, a luz de um planeta especial. Água tinha colecionado em vários buracos, enquanto formando lagoas vastas, ou bastante lagos maior que Loch Katrine, há pouco mentindo sobre eles. Claro que as águas destes lagos tiveram nenhum movimento de correntes ou marés; nenhum castelo velho foi refletido lá; nenhum vidoeiro ou árvores de carvalho ondularam em os bancos deles/delas. E ainda estes lagos fundos cujo espelho-como superfície nunca foi arrepiado por uma brisa, não estaria sem charme pela luz de alguma estrela elétrica, e, conectou por um fio de canais, completaria bem a geografia deste domínio estranho. Embora impróprio para qualquer produção vegetal, poderia ser habitado o lugar por uma população inteira. E que sabe mas que nesta temperatura fixa,

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